quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

E O MUNDO NÃO ACABOU!!!


Ao contrário do que algumas pessoas acreditavam, o dia 21 de dezembro não foi marcado por terremotos, tsumanis, furacões e demais desastres naturais. Cientistas e estudiosos já haviam alertado – há mais de um ano, que a teoria apocalíptica dos maias não se concluiria e que tudo não teria passado de um erro de interpretação.

A civilização maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e Península  do sul do atual México. Este povo viveu nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C.
Pouco se sabe a respeito das tradições religiosas dos maias, a religião ainda não é completamente entendida por estudiosos. Assim como os astecas e os incas, os maias acreditavam na contagem cíclica natural do tempo.

Os rituais e cerimônias eram associados a ciclos terrestres e celestiais que eram observados e registrados em calendários separados. Os sacerdotes maias tinham a tarefa de interpretar esses ciclos e fazer um panorama profético sobre o futuro ou passado com base no número de relações de todos os calendários.

A “purificação” incluía jejum, abstenção sexual e confissão. A purificação era normalmente praticada antes de grandes eventos religiosos. Os maias acreditavam na existência de três planos principais no cosmo: a Terra, o céu e o submundo.

Os maias praticavam a sacrificação de humanos e animais como forma de renovar ou estabelecer relações com o mundo dos deuses. Esses rituais obedeciam a diversas regras. Normalmente, eram sacrificados pequenos animais, como perus e codornas, mas nas ocasiões muito excepcionais (tais como adesão ao trono, falecimento do monarca, enterro de algum membro da família real ou períodos de seca) aconteciam sacrifícios de humanos.

 Acredita-se que crianças eram muitas vezes oferecidas como vítimas sacrificiais porque os maias acreditavam que essas eram mais puras.

 

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